Central de alarme
Recebe os sinais dos detetores, gere as zonas e dispara o aviso.
- Zonas e partições
- Teclados e comandos de armar
- Registo de eventos
Segurança · Intrusão
Sistemas que detetam a presença de alguém num local não permitido e disparam o aviso no momento certo. Concebemo-los com o grau de segurança correspondente ao seu risco, instalamo-los e mantemo-los.
Deteção de intrusão
Os sistemas contra intrusão estão em constante evolução, cada vez mais aperfeiçoados. Mas, na sua conceção, não esquecemos o essencial: devem ser fáceis de compreender, de utilizar e de verificar por cada pessoa que os utiliza diariamente.
Aconselhamo-lo sobre a forma como o seu sistema deve ser concebido: estudamos o seu caso e vemos que tipo de solução se adequa melhor ao local que pretende proteger. Quando é detetada uma intrusão, dispara um aviso e são acionados os mecanismos de atuação que definirmos de acordo com as suas necessidades.
Sistemas
Combinamos deteção interior e perimetral, dissuasão e aviso em função do local a proteger.
Recebe os sinais dos detetores, gere as zonas e dispara o aviso.
Deteta a presença ou a abertura nos espaços protegidos.
Protege o exterior antes de o intruso chegar ao edifício.
Enche o espaço de nevoeiro em segundos e impede o intruso de ver o que pretende levar.
O aviso é acionado de acordo com os mecanismos de atuação que definirmos consigo.
As câmaras da zona permitem verificar o que provocou o alarme.
Regulamentação
A Ordem INT/316/2011, de 1 de fevereiro, sobre o funcionamento dos sistemas de alarme no âmbito da segurança privada, classifica os sistemas em quatro graus em função do risco e exige que os equipamentos cumpram as normas UNE-EN aplicáveis, entre as quais a série UNE-EN 50131 de sistemas de alarme de intrusão.
Grau 1
Risco baixo
Sistemas com sinalização acústica que não estão ligados a uma central recetora de alarmes nem a um centro de controlo.
Grau 2
Risco baixo a médio
Habitações e pequenos estabelecimentos, comércios e indústrias que pretendam ligar-se a uma central recetora de alarmes ou a um centro de controlo.
Grau 3
Risco médio a alto
Estabelecimentos obrigados a dispor de medidas de segurança e outras instalações às quais seja exigida ligação a uma central recetora ou a um centro de controlo.
Grau 4
Risco alto
Infraestruturas críticas, instalações militares, armazéns de explosivos e empresas de depósito de numerário, valores ou metais preciosos, entre outras.
Resumo indicativo: é o texto da Ordem INT/316/2011 que define cada grau.
Cada equipamento deve ter o grau do sistema e a classe ambiental do local onde é instalado. A instalação e a manutenção de sistemas ligados a uma central recetora de alarmes são atividades reservadas a empresas de segurança autorizadas (Lei espanhola 5/2014, de Segurança Privada).
Metodologia
Estudamos o local, os seus acessos, o seu horário de utilização e o que é preciso proteger.
Definimos o grau de segurança, as zonas, os detetores e os mecanismos de aviso.
Montagem, programação da central e testes de cada detetor.
Explicamos a cada utilizador como armar, desarmar e verificar o sistema.
Inspeções preventivas certificadas e manutenção corretiva prioritária.
Segurança integrada
Uma única equipa concebe, instala e mantém todos os sistemas do edifício.
As câmaras da zona confirmam o que provocou o alarme antes de se atuar.
O registo do controlo de acessos indica quem estava autorizado a entrar e quando.
As inspeções do alarme e da segurança contra incêndios num mesmo calendário.
GMAO e área de cliente
O nosso GMAO próprio gera o calendário de inspeções do seu sistema, orienta o técnico com uma checklist elemento a elemento e emite o certificado de inspeção. Na sua área de cliente, consulta tudo e abre um pedido sempre que precisar.
Setores
Sedes administrativas, bibliotecas, instalações desportivas e equipamentos municipais.
Escolas, liceus e edifícios universitários que ficam vazios fora do horário letivo.
Recintos amplos com perímetro exterior, maquinaria e armazéns.
Mercadoria de valor e zonas de carga que exigem deteção e nevoeiro.
Estabelecimentos e escritórios que precisam de um alarme simples de utilizar todos os dias.
Abrigos técnicos, depósitos e centros de telecomunicações isolados.
Sistemas de segurança
Pessoas e veículos, com cartão, teclado, impressão digital ou matrícula.
Saber mais
Perguntas frequentes
É determinado pelo risco do local e pelo facto de o sistema ir ou não ser ligado a uma central recetora de alarmes. A Ordem INT/316/2011 define quatro graus, do 1 (risco baixo, sem ligação) ao 4 (risco alto, como infraestruturas críticas). Estudamos o seu caso e indicamos-lhe o grau correspondente.
A norma UNE-EN 50131-1 classifica os equipamentos de acordo com o ambiente em que vão funcionar, da classe I (interior) à classe IV (exterior geral). Um detetor de exterior deve ter a classe ambiental adequada, além do grau de segurança do sistema.
Sim. A instalação e a manutenção de sistemas ligados a uma central recetora de alarmes são atividades de segurança privada reservadas a empresas de segurança autorizadas (Lei espanhola 5/2014, de Segurança Privada). Deixamos o sistema preparado para a ligação com o grau de segurança exigido pela regulamentação.
Não, complementa-as. Os sistemas contra intrusão têm um papel fundamental de dissuasão e de alerta, e funcionam melhor em conjunto com medidas físicas como grades, vidros de segurança ou fechaduras.
Sim. Concebemos a segurança de forma integral: a deteção de intrusão pode ser combinada com a videovigilância para verificar os alarmes e com o controlo de acessos para saber quem estava autorizado.
Com inspeções preventivas planeadas da central, dos detetores, das baterias e das comunicações, e com a reparação quando algo falha. No final de cada inspeção emitimos o respetivo certificado e tudo fica visível na sua área de cliente. Mais informações em manutenção de sistemas de segurança.
Analisamos o risco, indicamos-lhe o grau de segurança adequado e concebemos, instalamos e mantemos o sistema.